domingo, 27 de abril de 2008

Eu não sei como te chamas 
Ó Maria Faia
Nem que nome te hei-de eu pôr
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria

Cravo não, que tu és rosa
Ó Maria Faia
Rosa não, que tu és flor
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria

Não te quero chamar cravo
Ó Maria Faia
Que te estou a engrandecer
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria

Chamo-te antes espelho
Ó Maria Faia
Onde espero me ver
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria

O meu amor abalou
Ó Maria Faia
Deu-me uma linda despedida
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria

Abarcou-me a mão direita
Ó Maria Faia
Adeus ó prenda querida
Ó Maria Faia
Ó Faia Maria



Música popular da Beira Baixa, interpretada por José Afonso


sábado, 26 de abril de 2008

Esqueceste das promessas que fizemos ao S. Brás...

Vou-me começar a divertir. (ponto final)

domingo, 20 de abril de 2008

e hoje...

E hoje, cada vez mais me parece que tudo o que construimos, nunca é para sempre. A nossa presença neste mundo está contada, e é finita. Delineamos objctivos, planeamos, executamos, tentamos, somos bem sucedidos, falhamos. Tenho aprendido a não dar grande importância a tudo o que acontece. Nós não somos tão especiais como julgamos ser. Uma formiga é apenas uma formiga, ninguém se importa se a calcar, ou se ela morrer, ou se algo correr mal com ela. um Homem é tal e qual como uma formiga. Vemos milhões de pessoas a morrer à fome, a serem mortas em guerras sem sentido ou a serem assassinadas por prazer de outras pessoas, e tudo nos parece tão distante. Até ao momento em que pensamos que os nossos problemas, se é que os podemos chamar assim, nada são quando comparados com tudo o que acontece lá fora, fora do "nosso" mundo. Somos tão egoístas, ao julgar que os nossos problemas são enormes, gigantescos, imensos, que somos até mesmo capazes de culpar os outros dos nossos erros. Porque queremos ser...perfeitos, queremos ter uma vida perfeita, que idealizamos. A vida nao passa de um manto de retalhos...Não é só a minha, ou a tua, é a de toda a gente!

E hoje, eu olho para a minha vida, e arrependo-me. Não das coisas que fiz, ou que disse, mas arrependo-me essencialmente de ter crescido!Bom, na verdade, arrependo-me de algumas coisas que fiz e que disse, porque ainda sou uma pessoa como outra qualquer, e desejo a perfeição da minha vida, que idealizo, ainda que cada vez mais distante, anseio que outro dia se aproxime de mim. Mas arrependo-me de crescer...

E hoje, tento viver um segundo de cada vez, não pensar muito no futuro, e saborear cada momento, como aquilo que ele é, um instante, um momento.










P.S. Nunca digas nunca.